Em julho desse ano nós fizemos uma viagem que durou quase 15 dias.
Foi a nossa primeira viagem longa em família.
E digo isso literalmente!
Não foi a primeira viagem longa desde que a pequena nasceu.
Foi a primeira viagem, mesmo.
Em 10 anos de casamento.
17 anos de relacionamento.
As últimas férias (leia-se uma semana de folga) do papai tinham acontecido em 2008.
Então, foram as primeiras férias em 8 anos.
Veja que evento importante para nossa pequena família:
15 dias sem nossa casa.
15 dias sem nosso carro.
15 dias sem nossa cama.
15 dias sem nossa TV, sem nossos livros, sem nossos brinquedos.
15 dias sem nossa zona de conforto.
Zona de conforto essa que não é perfeita, mas que é o nosso cantinho.
Nesses 15 dias nós andamos muito a pé, de ônibus e de metrô.
Nós carregamos sacolas de supermercado por quadras e quadras.
Nós comemos pão com ovo no jantar, quase todos os dias.
E preciso dizer: sair da nossa zona de conforto foi uma experiência muito especial.
Eu cresci com uma zona de conforto do tipo essencial: casa, comida e roupa lavada (e não está excelente?).
Para passear íamos de ônibus para lá e para cá.
E para fazer coisa importante, íamos de ônibus também.
Ir no mercadinho a pé, era o ápice da conquista do direito de ir e vir.
E ser responsável o suficiente para os pais confiarem o dinheiro do pão?
Uau! Era o suprassumo de sentir-se adulta!
A pequena nasceu numa época mais confortável da nossa (do papai e da minha) vida.
Ela sempre andou de carro para ir aos lugares.
Ela já tinha andado de ônibus em passeios escolares.
Mas eram ônibus leito, ou micro ônibus, nada de ônibus de verdade, que falta assento. Que tem que levantar para a senhorinha ou senhorzinho se sentarem. Que tem que segurar bem para não cair.
Ela já tinha feito caminhadas dentro de parques, de zoológicos, mas nunca caminhadas de verdade, daquelas que a gente fica contando as quadras para chegar perto de um banco para descansar um minutinho antes de voltar a andar.
E a pequena reclamou a falta da zona de conforto.
Ela dizia que queria voltar para casa.
Que queria sua cama.
Que queria seu cantinho.
Que queria poder ter um carro para sair.
E eu fiquei pensando na nossa vida.
Nas nossas distâncias.
Na nossa rotina.
Em casa, contando meu trabalho, escola dela, e atividades cotidianas, nós percorremos mais de 80 km todos os dias.
Cogitar a possibilidade de andar a mesma quilometragem a pé, ou de ônibus, é impossível hoje.
Mas a nossa zona de conforto pode ser mais desconfortável em outros aspectos.
Durante as nossas férias, eu relembrei minha infância.
E agradeci por não ter sido educada com uma zona de conforto tão confortável.
Eu percebi que o desconforto faz parte de crescer.
Faz parte do processo de se tornar independente.
De descobrir o nosso caminho.
E me questionei se eu não tenho protegido a pequena de viver.
Eu não quero que ela cresça sem saber amarrar o sapato.
Sem saber andar com as próprias pernas.
Sem saber que o mundo é maior do que o que eu e o papai apresentamos a ela.
Sem saber que a história dela, ela escreverá com a própria mão.
E por isso, filhota, se você estiver lendo o blog da mamãe, eu quero te prometer que eu não vou te proteger da vida.
Algumas vezes você ficará (se já não ficou) brava por eu encolher a sua zona de conforto.
Mas saiba que por mais que eu recolha minha mão para que você faça sozinha, eu estou exatamente ao seu lado.
E sempre estarei.
Te amo ao ponto de não te proteger daquilo que você não precisa de proteção.
Te amo ao ponto de te deixar viver!
Te amo ao ponto de te deixar crescer!
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016
terça-feira, 23 de agosto de 2016
eu me apaixonei
Pois é, "eu me apaixonei" não era bem a frase que eu esperava ouvir da minha filha de 6 anos.
Mas ela falou.
E eu ouvi.
A conversa aconteceu no caminho para uma festinha de aniversário.
E quero pedir que você imagine a cena.
Era noite.
Estávamos no carro, eu dirigindo, ela na cadeirinha atrás, exatamente atrás de mim.
Nosso contato visual se limitava ao retrovisor.
O papai estava em uma atividade e não pôde nos acompanhar, por isso, naquele instante, éramos ela e eu.
Eu e ela.
O Spotify estava tocando uma playlist infantil.
Nada sugeria o tema da conversa que desenrolou a seguir:
Pequena: Mamãe, queria te contar uma coisa.
Eu: Claro, meu amor. Pode falar.
Pequena: Eu me apaixonei por um menino ontem.
Eu (com a maior voz de "estamos falando sobre o clima"): Sério? Como você descobriu que estava apaixonada?
Pequena: É que eu achei ele tãããããão lindo.
Eu: E como ele se chama?
Pequena: Ele se chama Luca, conheci no aniversário que fomos ontem. Naquele brinquedo de escorregar.
Eu: Entendi. E porque você acha que está apaixonada?
Pequena: Ah, porque eu fiquei encantada com o jeito dele. Sabe, mamãe, ele foi muito gentil comigo. Todas as vezes que a gente ia subir no brinquedo, ele olhava para mim e dizia: pode ir primeiro.
Eu: Puxa, filha, que legal! Faz tempo que você não encontra um amigo gentil. Alguns amigos na escola gostam de brincar de te assustar. Que bom que você conheceu o Luca ontem.
Pequena: É... eu fiquei encantada!
Eu: Concordo. E eu acho que você conseguiu perceber o sentimento direitinho: você ficou encantada.
Pequena: Mamãe.
Eu: Oi?
Pequena: Sabe o que mais?
Eu: O que?
Pequena: Ele tem Jesus no coração.
Eu: Que legal, eu também gostaria de ter conhecido o Luca, ele parece ser um garoto incrível.
Pequena: Quem sabe se a gente se encontrar quando eu for bem mais velha e já trabalhar, a gente não pode ser tão amigo que vire namorado, e depois se case. Igual a você e ao papai?
Eu: Quem sabe? Mas você não precisa se preocupar com isso. Tudo acontece no tempo certinho, e você pode aproveitar ser criança por bastante tempo.
Pequena: Mamãe, você é minha melhor amiga!
Eu: Você também é a minha melhor amiga, filha. Te amo!
Pequena: Também te amo!
Nós chegamos ao aniversário, ela saiu do carro com a maior cara de quem tem 6 anos de idade.
Saiu correndo, dizendo que o aniversário estava incrível e que ela ama demais o amigo da festa.
E eu sai do carro catando cavaco.
Tentado avaliar se tinha me portado bem naquela conversa, se tinha acolhido seu sentimento infantil, colocando o limite necessário, sem que ela se sentisse constrangida.
Fiquei pensando se eu permiti que ela continuasse criança, sem pressa de crescer.
Mas essa pressa não é própria da infância?
Depois descansei.
E vou contar porque:
Ela se encantou por alguém que lhe tratou bem, com gentileza. Ela reconheceu nele características de um amiguinho de Deus (e pais do Luca, eu não os conheço, mas parabéns pelo filhote!). Ela colocou a ideia em perspectiva - quando eu crescer e estiver trabalhando, ela mostrou que admira o casamento dos pais. E num piscar de olhos, a conversa tinha acabado, e ela... bom, ela continuou sendo a criança incrível de sempre.
E eu aprendi que a gente pode sonhar com coisas importantes desde quando a gente é pequena.
E eu descobri que por enquanto ela quer dividir os sonhos comigo.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
o problema da Fada do Dente
Confessionário:
Pai, perdoa-me, pois eu pequei. Fui "menas mãe". Não, não é exagero. Vou explicar.
Há algum tempo minha pequenina tem alguns dentes moles. Quatro aliás.
E ela tem experimentado uma expectativa radiante acerca da visita da Fada do Dente.
Esta visita, segundo a lenda infantil, só ocorre quando o dente finalmente cai.
E eis que numa quinta-feira (31 de março de 2016, às 12:45), em meio a um almoço "saudável" selecionado no mais requintado restaurante do palhaço. No meio do sanduíche (-iche), caiu o primeiro dente! Foi aquela festa (aquele sangue)!
Nesta noite, emocionados pelo momento, eu e papai assumimos orgulhosos o papel da Fada do Dente. Colocamos as moedas de chocolate (orientados pela porquinha rosa) e colocamos uns trocadinhos (a Fada do Dente também sofreu impactos da crise econômica). E adormecemos felizes por termos exercido - com louvor - nosso primeiro momento de Fada do Dente.
Confessionário:
- Até aí, tudo bem, minha filha.
- Espera, Pai. Tem mais.
No dia seguinte (01 de abril de 2016, às 13:00), a pequena tinha uma consulta agendada com a dentista. Tinha mais um dente mole que não caía por nada, e o seu respectivo permanente apontava com toda pompa e formosura. E assim, nós fomos para o consultório. E a dentista (uma linda e fofa) magicamente retirou o dente teimoso. E a pequena foi para casa com o dentinho na mão, e com o sonho da segunda visita da Fada no coração.
Sabe, Pai. Eu e o papai já tínhamos sido a Fada na noite anterior. Nós dois tivemos semanas cansativas. Nós tínhamos até saído para comemorar as janelinhas.
E nós a...
Quero dizer...
Eu e o papai...
Nós do...
Sabe o que é...
Nós adormecemos!
Nós dormimos!
É...
A verdade é que nós esquecemos da Fada...
Nós esquecemos do dente!
Confessionário:
- Sim, filha. Realmente, isto é ruim.
- Calma, Pai. Tem mais.
- Tem mais, minha filha?
- Sim!
Na manhã seguinte (02 de abril de 2016, às 6:00), a pequena acordou e constatou que a Fada do Dente não passou. Ela veio cabisbaixa até o nosso quarto. Ela abriu a nossa porta. Segurando as lágrimas, ela encontrou coragem para dizer em voz alta o que havia acontecido. As palavras dela foram de pesar: "Mamãe, Papai. A Fada do Dente não veio".
Imediatamente eu e o papai nos olhamos, olhos fitos e arregalados.
Eu pulei da cama e a abracei. O papai pulou da cama e veio em nossa direção.
Sabe, a pequena está moça. E mesmo em meio a tamanha decepção, ela segurou as pontas. Não chorou.
Minha cabeça girava.
O sentimento de "menas mãe" me consumiu.
Eu precisava agir rápido para não destruir a fantasia.
Eu disse: "Vamos no seu quarto para ver o que aconteceu."
Levantei o travesseiro, como se procurando por ideias.
Até que eu vi, em cima do criado mudo, o potinho com o dente.
Minha mente viu isso como uma oportunidade para amenizar a situação.
E eu disse: "Ah, filha... Entendi porque ela não veio. A Fada do Dente só pega o dentinho que está embaixo do travesseiro, porque esse é o código secreto. Ela não deve ter entendido se podia pegar o seu dente."
A pequena acreditou.
Silenciosamente, ela se dirigiu à mesinha do computador, pegou um lápis e um papel.
E escreveu: "Querida Fada do Dente, meu dente estará embaixo do travesseiro."
Desenhou alguns dentes na folha, fez um rococó, dobrou em forma de envelope e colocou a correspondência ao lado da cama.
Na noite seguinte a Fada passou.
Confessionário:
- Sabe, Pai. Eu atrasei a Fada do Dente. E pior, eu tirei o trocado que a Fada tinha dado na noite anterior de dentro do cofrinho, e dei o mesmo trocado de novo. Mas a Fada foi. A fantasia permaneceu. A infância continuou.
- Sabe, filha?
- Sim, Pai.
- Você realmente foi "menas mãe". Mas como diz a Palavra de Tiago, capítulo 5, versículo 16: "Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados. A oração do justo tem grande eficácia.". Você confessou, filha. Vamos orar por você. Vá e não peques mais.
- Obrigada, Pai. Sinto-me aliviada.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
dentes moles
Você se lembra da sensação incrível que era ter um dente mole?
Daquele dente bem mole, balançando para frente e para trás na sua boca?
Daquela primeira evidência real de que você estava deixando para trás a vida de ser pequeno, e de começar a se transformar em um ser grande?
Nossa... eu tenho essa lembrança muito vívida em mim.
Eu quase não me aguentei de tanta alegria.
Era quase um "Toma essa, mundo! Tô grande!".
E eu cresci.
E eu não parei de crescer.
Eu fui com tudo, com toda a intensidade.
Fiz tudo com essa garra: "Agora, toma essa, mundo: já caíram todos os dentes e mais: cresceram todos os permanentes! Rá!". E depois: "Toma essa, porque agora eu sou mocinha. Rá!". E depois: "Toma essa, porque me formei.". E depois: "Já posso votar!"... "Já posso dirigir!"... "Já posso fazer faculdade!"... "Já posso me casar!"... "Já posso ser mãe!"
Espera.
Entre o meu primeiro dente mole e hoje, passaram-se 27 anos.
Mas eu sinto que foi como uma piscada de olhos.
Fechei os olhos com 5 anos, e abri com 32.
E quando eu abri, era a minha filha que estava com o dente mole.
E não estou pronta para vê-la crescer com a mesma obstinação que eu cresci.
Queria ela pequeninha.
Quero ela grande.
Quero ela para sempre.
Entende a contradição?
E mais importante, com ela, eu não quero mais piscar.
Quero estar de olhos bem abertos, pois não quero perder nenhum detalhe.
O tempo é traiçoeiro e deselegante, e como ele não respeitará a minha necessidade de congelar os momentos. Eu quero ser mais esperta que ele.
Para eu poder dizer: Toma essa, tempo! Eu vi e vivi tudo! Rá!
E a pequena puxou a mim.
Ela não tem um dente mole.
Ela tem 4.
Toma essa, mundo!
A minha pequena está crescendo.
Rá!
Daquele dente bem mole, balançando para frente e para trás na sua boca?
Daquela primeira evidência real de que você estava deixando para trás a vida de ser pequeno, e de começar a se transformar em um ser grande?
Nossa... eu tenho essa lembrança muito vívida em mim.
Eu quase não me aguentei de tanta alegria.
Era quase um "Toma essa, mundo! Tô grande!".
E eu cresci.
E eu não parei de crescer.
Eu fui com tudo, com toda a intensidade.
Fiz tudo com essa garra: "Agora, toma essa, mundo: já caíram todos os dentes e mais: cresceram todos os permanentes! Rá!". E depois: "Toma essa, porque agora eu sou mocinha. Rá!". E depois: "Toma essa, porque me formei.". E depois: "Já posso votar!"... "Já posso dirigir!"... "Já posso fazer faculdade!"... "Já posso me casar!"... "Já posso ser mãe!"
Espera.
Entre o meu primeiro dente mole e hoje, passaram-se 27 anos.
Mas eu sinto que foi como uma piscada de olhos.
Fechei os olhos com 5 anos, e abri com 32.
E quando eu abri, era a minha filha que estava com o dente mole.
E não estou pronta para vê-la crescer com a mesma obstinação que eu cresci.
Queria ela pequeninha.
Quero ela grande.
Quero ela para sempre.
Entende a contradição?
E mais importante, com ela, eu não quero mais piscar.
Quero estar de olhos bem abertos, pois não quero perder nenhum detalhe.
O tempo é traiçoeiro e deselegante, e como ele não respeitará a minha necessidade de congelar os momentos. Eu quero ser mais esperta que ele.
Para eu poder dizer: Toma essa, tempo! Eu vi e vivi tudo! Rá!
E a pequena puxou a mim.
Ela não tem um dente mole.
Ela tem 4.
Toma essa, mundo!
A minha pequena está crescendo.
Rá!
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
hoje é o último dia de aula da pequena
Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ano que vem ela começa o Ensino Fundamental 1, ela vai para o primeiro ano.
Um minuto de silêncio pela mãe que está emluto luta para descobrir como foi que os anos passaram tão rapidamente.
Obrigada.
Ela está curtindo ser grande, apesar de "sentir falta dos carinhos de bebê" - palavras dela mesma, saídas da boca dela, inventadas pela cabeça dela própria.
E eu estou curtindo ela grande, apesar de sentir muita falta daquela pequenininha que conheci há 5 anos atrás.
Ela se recusa a doar os brinquedos de bebê, e eu não vou forçar, eu ainda não consegui me desfazer nem do carrinho de bebê que continua no porta malas do carro.
Entendo-a bem.
Tem gente que me cobra um segundo filho, como se a saudade que eu sinto dela pequenininha fosse passar por ter um outro bebê.
Na minha opinião, a saudade só aumentaria com o tempo, pois seriam dois bebês para "saudadear".
Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ela já sabe ler, já escreve foneticamente, sabe? Tipo escreve o som que ela escuta.
É tão fofo!!!
Ontem ela escreveu KONI (cone), BADEDI (band aid) e MUZIKA (música).
Ela também já faz pequenas adições, e está começando a compreender a subtração.
Ela já sabe se trocar sozinha, escovar os dentes sozinha, comer sozinha, se enxugar sozinha.
Ela já nada, toca piano e está aprendendo a língua inglesa.
Que pessoinha linda ela é.
Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ela cresceu, e eu vi isso acontecer todos os dias.
Eu cresci, e eu vi isso acontecer todos os dias, também.
Ela cresceu, eu só não percebi.
Eu cresci, e só percebi agora.
Ano que vem ela começa o Ensino Fundamental 1, ela vai para o primeiro ano.
Um minuto de silêncio pela mãe que está em
Obrigada.
Ela está curtindo ser grande, apesar de "sentir falta dos carinhos de bebê" - palavras dela mesma, saídas da boca dela, inventadas pela cabeça dela própria.
E eu estou curtindo ela grande, apesar de sentir muita falta daquela pequenininha que conheci há 5 anos atrás.
Ela se recusa a doar os brinquedos de bebê, e eu não vou forçar, eu ainda não consegui me desfazer nem do carrinho de bebê que continua no porta malas do carro.
Entendo-a bem.
Tem gente que me cobra um segundo filho, como se a saudade que eu sinto dela pequenininha fosse passar por ter um outro bebê.
Na minha opinião, a saudade só aumentaria com o tempo, pois seriam dois bebês para "saudadear".
Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ela já sabe ler, já escreve foneticamente, sabe? Tipo escreve o som que ela escuta.
É tão fofo!!!
Ontem ela escreveu KONI (cone), BADEDI (band aid) e MUZIKA (música).
Ela também já faz pequenas adições, e está começando a compreender a subtração.
Ela já sabe se trocar sozinha, escovar os dentes sozinha, comer sozinha, se enxugar sozinha.
Ela já nada, toca piano e está aprendendo a língua inglesa.
Que pessoinha linda ela é.
Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ela cresceu, e eu vi isso acontecer todos os dias.
Eu cresci, e eu vi isso acontecer todos os dias, também.
Ela cresceu, eu só não percebi.
Eu cresci, e só percebi agora.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
dois anos!
Hoje minha pequena está completando 2 aninhos, são duas voltas ao Sol completas! São 731 dias (esse ano foi bissexto, lembra?), são 17.520 horas vivendo ao lado dela! Não existem palavras para dizer o quanto estou feliz! Dizer aqui que ela tem me ensinado muito é chover no molhado. Dizer que a amo, apesar dos momentos difíceis também. Por isso só quero aproveitar para dizer: "FELIZ ANIVERSÁRIO, FILHA! TE AMO..."
E enquanto estou escrevendo, estamos (eu e ela) comendo o melhor papá de mentirinha da minha vida!
O blog também completou dois anos, uma marca que não imaginei que chegaria, justamente pela correria que é ter uma pessoa nova na família. Precisei desse tempo longe daqui, para focar em outras coisas. Estou de volta, não sei se no pique de antes, mas voltei!
domingo, 13 de maio de 2012
feliz dia das mães
Feliz dia das mães, para todas as mamães que passeiam por aqui! Parabéns, para nós, que descobrimos o amor mais precioso na fotinho de um ultrassom, no primeiro olhar, no primeiro toque e no segundo e no terceiro e assim ao infinito.
Quando penso na maternidade, percebo que o bebê não vem para alcançar nossas expectativas, nem para satisfazer nossos sonhos, a realidade é muito diferente da imaginação. E falo isso de coração cheio e feliz! Pois só assim, na dureza da dicotomia é que somos capazes de compreender a beleza, a delicadeza e sagacidade que existe nesta relação.
Por isso, desejo que tenha um feliz dia das mães, mas acima de tudo que você seja uma mamãe feliz!
Com carinho,
Mãe Iniciante (sempre...)
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
carros
Se você tem um menininho que é fã do Carros (filme da Disney), que tal preparar um lanchinho desses? A única coisa que não é comestível são os dentes. A idéia é do Meet the Dubiens.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
primeira pérola - Bela falando
Imagine o momento, correria mega blaster entre almoço, arrumação de mochila, lancheira, pequena e mamãe.
AÇÃO:
Mamãe Iniciante (eu): Filha, vamos pegar sua roupa da escola? (entonação empolgada!)
Filha Experiente (ela): Naoum! Cola, Naoum!
Eu: Vamos sim, filha! Você vai brincar com os amigos, vai matar a saudade da Didi (Didi é a dona fessora)
Ela: COLA NAUM! Ki vochê... (fazendo bico)
Eu: Filhota, hoje é dia de escola, a mamãe vai trabalhar, a mamãe não vai ficar em casa. E você não pode ficar sozinha aqui, né? (achando que tinha super vencido a batalha)
Ela: Co papai! (Touchè - A-RÁ)
Fim da cena:
Eu: Mas o papai também não vai ficar em casa.
Ela: Buáááá
Eu: Fico de cara e termino de arruma-la mesmo assim, pensando: "Quando foi que ela ficou mais esperta que eu?"
quinta-feira, 12 de abril de 2012
cadê meu terrorista?
Amo papear com mães, na verdade sempre gostei, mesmo antes da pequena nascer ficava horas batendo papo, ouvindo as pérolas do conhecimento materno, algumas preciosas, outras descartáveis, mas igualmente divertidas! Agora que sou mãe, curto ainda mais, justamente porque não estou só na condição de ouvinte (ou teórica), mas tenho vivido na prática "essa coisa de ser mãe".
Em um horário vago no consultório, me peguei compartilhando meu momento mãe, com uma amiga homônima que também é mãe. Estava dizendo à ela, que por mais que ame minha filhota, tem horas que oscilo entre querer estar muito pertinho (especialmente quando estou longe) e estar muito longe (quando estamos pertinho).
Ela com todo jeito sábio de mãe mais experiente (ela já é mãe de dois, muitos quilômetros de vantagem a minha frente), me falou que não deveria me preocupar com esse sentimento, ele é natural, e é típico da fase do educar (que não acaba nunca! TKS...). E ela me acalentou terminando da seguinte forma: "É mais fácil negociar com um terrorista, do que com uma criança pequenininha".
Desde então, a cada birra da pequena, eu fico chamando meu terrorista!
Tô precisando de desafios mais fáceis ;)
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Lorax - super indico!
Na quinta-feira papai e eu fomos ao cinema com a pequetchica! A minha vontade primeira era sair de casa e fazê-la se distrair, porque ela estava com uma febrinha já faziam dois dias, duas noites sem dormir... Precisávamos de um programa bem legal!
Olhei a programação, um horário bom, filme de classificação livre, baseado no livro do Dr. Seuss (o criador e escritor do Gatola na Cartola, Horton e o mundo dos Quem e tantos outros), pensei com meus botões: não tem como errar!
E eu realmente super indico! Além da Bela ter ficado vidrada na tela o tempo todo, a mensagem ou a moral da história é super atual e faz a gente repensar num monte de coisas! Por isso fica a dica!
Dá uma olhadinha:
quarta-feira, 4 de abril de 2012
farinha, fermento, água e sal
Tem uma música da Palavra Cantada que tem me feito pensar de verdade numa série de coisas, a música é a da Bolacha de Água e Sal, conhece? Vou confessar que não sou muito fã dessa bolacha, eu prefiro a antagônica, com perfume, recheio, corante e calorias que tenho direito.
Mas sempre que a escuto, eu penso que a mensagem vai além do que incentivar a garotada a se empanturrar com a dita cuja, para mim (a adulta na relação) a intenção é mostrar que mesmo uma coisa simples como uma bolacha de água e sal, pode ser muito bacana, cheia de lembranças e coisas boas agregadas.
Em um determinado momento da música, a Sandra e o Paulo falam com todo o pulmão: "farinha, fermento, água e sal; simplicidade no trivial", eu começo a pensar quais são os ingredientes triviais, simplistas e fundamentalmente necessários no nosso dia a dia com a família.
Eu imagino que se realmente levasse a sério esse questionamento na minha vida, muita coisa que eu acho que preciso, ficaria no esquecimento. Porque talvez o trivial que minha filha precise receber de mim, pouco tenha a ver com as roupas que eu a visto, com os brinquedos que ela tem, mas sim com o tempo que ela passa comigo, com as atividades que fazemos juntas, com os valores que me empenho em viver e demonstrar a ela.
O interessante foi perceber que esse pensamento não perambulou só na minha cabeça, existem grupos de brechós nas redes sociais justamente para desapegar das coisas que as mamães achavam que precisavam a todo custo. Passeando pelos meus blogs preferidos, também encontrei esse desabafo no Potencial Gestante.
Vou me esforçar de verdade, para trocar o passeio ao shopping, o ver TV, por atividades mais elementares, que tragam de fato a farinha, o fermento, a água e sal para minha relação com o papai, a pequena e as pessoas que me cercam! Sim, momento filosófico total! Mas já dizia o sábio: "penso, logo existo", ou fazendo uso da minha licença: "penso, logo existo, portanto cresço, mudo, amadureço, ou seja vivo!"
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
o que você anda fazendo?
Em dezembro, durante as ultimas comprinhas de Natal, encontrei com uma amiga de ensino médio. Nós estudamos juntas durante três anos, éramos muito próximas, mas o vestibular acabou nos afastando, ela queria Unicamp, eu queria Psicologia, e por fim áreas diferentes, faculdades diferentes e desde final de 2001 não nos víamos, mantivemos contato pelas redes sociais, então nós sabíamos dos grandes acontecimentos da vida uma da outra: casamentos (ambas), formaturas (ambas), filha (eu) e etc.
Quando nos cruzamos, foi uma alegria sem igual! E ela me perguntou: Ka, o que você anda fazendo? E dentre todas as coisas que eu fiz nesses últimos 10 anos, a única resposta que tive foi olhar para a pequena que estava em meu colo. Nem as palavras apareceram. Depois de alguns segundos, comecei a retomar algumas atividades, mas tudo parecia tão distante e insignificante perto de tudo o que tenho vivido como mãe, por fim seguimos cada uma seu passeio, e eu fiquei remoendo o que eu realmente deveria ter respondido... Até que descobri, que a minha resposta tinha que ser a que eu de fato dei.
Sem menosprezar todo esforço e dedicação de todos esses anos de trabalho, estudo, congressos e tantas outras coisas, mas ao receber a Isabela em minha vida, as prioridades mudaram, e que bom que mudaram! E por isso eu acabei descobrindo que ser mãe foi a realização mais importante da ultima década da minha vida...
E você o que anda fazendo?
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
o motivo real
Estava passeando pelos meus blogs preferidos, e fui dar uma olhadinha no Frases de Crianças, me deparei com esse vídeo, e até agora estou em lágrimas. Acho que a bem da verdade é esse o motivo real para ter criado o blog.
Quando imagino a Isabela, lendo meus desesperos, minhas alegrias, conhecendo o mundo de coisas que tenho descoberto, tudo por causa dela... Tudo para ela... A pessoa mais impressionante que já conheci, que eu amo perdidamente e apaixonadamente. Não existem palavras, não é mesmo?
Espero que gostem!
Quando imagino a Isabela, lendo meus desesperos, minhas alegrias, conhecendo o mundo de coisas que tenho descoberto, tudo por causa dela... Tudo para ela... A pessoa mais impressionante que já conheci, que eu amo perdidamente e apaixonadamente. Não existem palavras, não é mesmo?
Espero que gostem!
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
minha hora preferida do dia
Adivinha o tema de hoje? Escola... Só tenho a pedir desculpas por falar incessantemente sobre isso, mas tinha uma professora na faculdade que dizia que uma das estratégias mais eficientes para elaborar uma questão difícil é falar, no meu caso: escrever... Então, só me resta contar! Viu, estou sem nenhuma outra escolha...
Se você leu o título do post e está achando que eu já me viciei nessa história de ter um tempo só meu, engana-se! Na verdade, até hoje não fiquei nenhum dia (volto a dizer: NENHUM dia) em casa, ou fazendo coisas minhas, cada dia inventei uma atividade de pura esquiva emocional, inclusive em um dos dias, deixei-a na escola, me vi completamente sozinha, desabei a chorar (na privacidade do meu carro), corri para um cinema, escolhi um filme triste (Os Descendentes, que indico super! Mas é de chorar muito, justamente o que eu estava precisando), comprei um balde de pipoca, um M&Ms, e uma coca geladinha, e me escondi lá até a hora de buscá-la.
Aliás é sobre isso que eu queria conversar: lá na escola, os pais devem ir buscar as crianças na sala de aula, o que é uma coisa muito legal, permite um contato maior com outras mães, com as professoras... enfim. E o mais importante de tudo, é que quando eu chego e a professora diz: "Bela, olha lá a mamãe!", ela me recebe com o sorriso mais maravilhoso do mundo, corre em minha direção e me dá o abraço mais gostoso que já recebi em toda a minha vida! E por isso, essa se tornou a hora mais que preferida do meu dia: a hora de reencontrá-la!
Com essas atitudes ela tem me mostrado que a escola tem sido um lugar muito especial, mas que o amor que ela sente por mim e pelo papai, tem aumentado e voltar para casa é tão legal quanto estar lá! E assim, os meus medos em relação a separação têm sido dissipados, me acostumar com as tardes sem ela, já são outros quinhentos, mas eu aprendo, ela tem me ensinado muito... Tão pequena e tão sábia!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
primeiro dia de aula
Então chegou o dia, minha pequena se tornou oficialmente uma criança!
As coisas começaram na sexta-feira, nós fomos ao colégio para entregar os materiais, conhecer as professoras, receber as primeiras orientações, e ficar um pouco no espaço que daqui para frente será grande parte da vidinha dela. Já na sexta, ela me mostrou que quem estava realmente sofrendo era eu, ela chegou dormindo, mas assim que acordou já saiu correndo, brincando no pátio, junto com as outras crianças, e isso acalentou um pouco o meu coração.
Digo que foi só um pouco, porque sexta, sábado e domingo chorei até pegar no sono. É estranho pensar nisso, mas até aqui minha relação com ela era de "exclusividade", nós passávamos o dia todo em uma rotina familiar, e os momentos que estávamos longe eram breves e raros, mas agora existirão outras pessoas - que eu não conheço, ao menos por enquanto - que estarão dividindo com ela a alegria de participar da vida dela. O sentimento é de perda, e por mais que não estou de fato perdendo a minha pequena, o sentimento é esse.
Bom, chegou a segunda-feira, e a minha estratégia foi seguir nossa rotina comum da manhã: acordar, mamar uma mamadeira, ver desenho, dar banho nela, arrumar a casa, preparar o almoço, dar o almoço, almoçar... E só depois de tudo é que coloquei o uniforme (aliás a mochila já estava pronta, arrumei no domingo retrasado)...
O uniforme não passou pelo crivo fashion da pequena, que cada vez que o olha, apronta um berreiro dizendo "NAOUN" bem cheio e redondo, foi preciso muita paciência e muita história do Noé para distrair e aceitar colocar o bendito, que nem é feio assim! Mas pegamos a mochila (hoje não precisava levar a lancheira) e fomos!
Chegamos atrasados - calculamos errado o trajeto (abafa!), mas primeiro dia, né? Estava todo mundo atrasado, quando entramos na escola, a coordenadora estava apresentando as professoras, as auxiliares, e nos ensinando como funciona o "bom dia" (na escola todas as crianças são recebidas pelas professoras no pátio, fazem uma oração, e depois seguem para a classe - sem os papais!), e assim foi, a única opção para os pais subirem junto para a sala era: se a criança estiver chorando.
Adivinha? A Pequena nem pestanejou, pegou a mão da auxiliar e foi-se embora, nem tchau me deu! Mas isso não impediu eu e o papai de sairmos correndo e conseguir vê-la entrando na classe, o papai foi embora e eu fiquei lá, segurando as lágrimas (eu não podia ser a única mãe chorando no pátio da escola - aliás consegui, viu? Não chorei!). Fiz algumas novas amigas, mas o assunto era sempre básico: Oi, em que classe seu filho está? Puxa que legal! A minha está na... E assim por diante.
Passado uma hora, a coordenadora veio até onde estavam as mães, e foi dando notícias para cada uma, para mim ela disse: "Você é a mãe da Isabela Oliveira? Ela está chorando um pouco porque assustou com o choro de um coleguinha, mas ela já está se acalmando, e ela faz parte do grupo que está muito bem!" Ao mesmo tempo que eu achei um máximo ela estar super bem e não estar estranhando a minha falta, fiquei mordida por ela não ter sentido nem um pouco a minha falta... Poxa, filha um pouco de consideração, né?
Mas é bem melhor assim! Quando deu três horas, eu comecei a por lenha na fogueira e convenci algumas mães a subirem comigo (já era hora de buscar os pequenos), ao chegar na sala, chamei-a, recebi um sorriso lindo de viver, ela correu pegar seu desenho e me deu! A tia me deixou trazer para casa e já pendurei na geladeira.
E assim foi o primeiro dia de aula da nossa vida! Agora é se adaptar e curtir muito a nova fase...
E quero aproveitar e agradecer muito cada visita, nesse mês de janeiro batemos o recorde de visualizações, foram mais de 1000!!! Tá sendo divertido cuidar do blog desse jeito novo!
Espero que você esteja gostando, porque eu estou amando poder compartilhar tudo isso!!!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
vitrola enroscada... fazer o quê?
Na sexta-feira eu e a pequena iremos para a escola pela primeira vez, eu vou ser uma mãe de aluna pela primeira vez em toda a minha vida. O meu coração tem gritado desesperadamente me dizendo que não está na hora certa, e a minha mente já sem paciência alguma para as pirraças emocionais, tem me mandado ter calma, e me lembra a todo instante que a primeira vez nunca é tão simples assim.
Não foi simples lidar com a primeira crise de cólicas, nem com primeira semana sozinha sem ajuda de ninguém, e tantas outras primeiras experiências... E nós sobrevivemos e crescemos, e mais importante amadurecemos, nós aprendemos algo com tudo isso.
Meu coração tá apertadinho, estou chorona... Mas é a vida... E enquanto estavam passando os comerciais da TV, apareceu esse do Vanish, que fala sobre a primeira vez... De novo, não ganho nada com a propaganda e nem sempre o vanish tira mesmo a mancha...rsrsrs... Mas tudo que vivemos pela primeira vez tem um encanto diferente... E vamos que vamos para essa nova etapa da vida! Eu sei que estou parecendo vitrola enroscada, mas não prometo que será o último post sobre esse assunto...
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
ser pai de menina
Essa propaganda eu recebi de uma colega de trabalho, no dia em que descobri que quem estava por vir era a minha pequena, foi em fevereiro de 2010, e a propaganda já era mais velha...
Chorei, ÓBVIO! E corri encaminhar para o papai... O mais engraçado da história toda é que semana passada o papai estava todo feliz por estar brincando de dar comidinha para a boneca nova da filhota, ajudando a passar a maquiagem e tudo mais...
Ser pai de menina tem dessas coisas, e não tem nada mais apaixonante do que ver o nosso marido todo derretido pelos filhos, é ou não é?
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
super herói
Mais Coisas que me Inspiram, só que agora é a vez dos meninos!!!
As princesas estão para as meninas, assim como os super heróis estão para os meninos! Esses temas são quase obrigatórios na vida dos pequeninos. Eu acho muito legal a idéia do super herói, tem muito a ver com a construção da imagem de ser homem, é uma forma de brincar com as características típicas masculinas, e com o cuidado que também só os rapazes são capazes de ter com aquelas pessoas que são especiais para eles.
Do mesmo jeito que o tema princesas é limitado, acaba ficando muito batido, os super heróis também, mas de tempos em tempos aparece alguém com uma proposta cheia de inspiração, abusando da criatividade!
Você se lembra dos HQ's antigos, cheios de POWs, ARGHs e etc? Aqui a mamãe usou essa referência, não usou nenhum super herói específico e deixou a imaginação da criançada rolar solta! Quem publicou essa festa foi o Hostess Blog lá tem todas as informações sobre a festinha, brincadeiras, decoração, concepção da festa e tudo o mais, fique a vontade e se divirta!
Eu achei um máximo!!!
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