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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

eu não vou te proteger da vida

Em julho desse ano nós fizemos uma viagem que durou quase 15 dias.
Foi a nossa primeira viagem longa em família.
E digo isso literalmente!
Não foi a primeira viagem longa desde que a pequena nasceu.
Foi a primeira viagem, mesmo.
Em 10 anos de casamento.
17 anos de relacionamento.
As últimas férias (leia-se uma semana de folga) do papai tinham acontecido em 2008.
Então, foram as primeiras férias em 8 anos.
Veja que evento importante para nossa pequena família:
15 dias sem nossa casa.
15 dias sem nosso carro.
15 dias sem nossa cama.
15 dias sem nossa TV, sem nossos livros, sem nossos brinquedos.
15 dias sem nossa zona de conforto.
Zona de conforto essa que não é perfeita, mas que é o nosso cantinho.

Nesses 15 dias nós andamos muito a pé, de ônibus e de metrô.
Nós carregamos sacolas de supermercado por quadras e quadras.
Nós comemos pão com ovo no jantar, quase todos os dias.
E preciso dizer: sair da nossa zona de conforto foi uma experiência muito especial.
Eu cresci com uma zona de conforto do tipo essencial: casa, comida e roupa lavada (e não está excelente?).
Para passear íamos de ônibus para lá e para cá.
E para fazer coisa importante, íamos de ônibus também.
Ir no mercadinho a pé, era o ápice da conquista do direito de ir e vir.
E ser responsável o suficiente para os pais confiarem o dinheiro do pão?
Uau! Era o suprassumo de sentir-se adulta!

A pequena nasceu numa época mais confortável da nossa (do papai e da minha) vida.
Ela sempre andou de carro para ir aos lugares.
Ela já tinha andado de ônibus em passeios escolares.
Mas eram ônibus leito, ou micro ônibus, nada de ônibus de verdade, que falta assento. Que tem que levantar para a senhorinha ou senhorzinho se sentarem. Que tem que segurar bem para não cair.
Ela já tinha feito caminhadas dentro de parques, de zoológicos, mas nunca caminhadas de verdade, daquelas que a gente fica contando as quadras para chegar perto de um banco para descansar um minutinho antes de voltar a andar.
E a pequena reclamou a falta da zona de conforto.
Ela dizia que queria voltar para casa.
Que queria sua cama.
Que queria seu cantinho.
Que queria poder ter um carro para sair.

E eu fiquei pensando na nossa vida.
Nas nossas distâncias.
Na nossa rotina.

Em casa, contando meu trabalho, escola dela, e atividades cotidianas, nós percorremos mais de 80 km todos os dias.
Cogitar a possibilidade de andar a mesma quilometragem a pé, ou de ônibus, é impossível hoje.
Mas a nossa zona de conforto pode ser mais desconfortável em outros aspectos.
Durante as nossas férias, eu relembrei minha infância.
E agradeci por não ter sido educada com uma zona de conforto tão confortável.
Eu percebi que o desconforto faz parte de crescer.
Faz parte do processo de se tornar independente.
De descobrir o nosso caminho.
E me questionei se eu não tenho protegido a pequena de viver.
Eu não quero que ela cresça sem saber amarrar o sapato.
Sem saber andar com as próprias pernas.
Sem saber que o mundo é maior do que o que eu e o papai apresentamos a ela.
Sem saber que a história dela, ela escreverá com a própria mão.

E por isso, filhota, se você estiver lendo o blog da mamãe, eu quero te prometer que eu não vou te proteger da vida.
Algumas vezes você ficará (se já não ficou) brava por eu encolher a sua zona de conforto.
Mas saiba que por mais que eu recolha minha mão para que você faça sozinha, eu estou exatamente ao seu lado.
E sempre estarei.
Te amo ao ponto de não te proteger daquilo que você não precisa de proteção.
Te amo ao ponto de te deixar viver!
Te amo ao ponto de te deixar crescer!




quarta-feira, 6 de abril de 2016

o problema da Fada do Dente

Confessionário: 
Pai, perdoa-me, pois eu pequei. Fui "menas mãe". Não, não é exagero. Vou explicar.

Há algum tempo minha pequenina tem alguns dentes moles. Quatro aliás.
E ela tem experimentado uma expectativa radiante acerca da visita da Fada do Dente.
Esta visita, segundo a lenda infantil, só ocorre quando o dente finalmente cai.
E eis que numa quinta-feira (31 de março de 2016, às 12:45), em meio a um almoço "saudável" selecionado no mais requintado restaurante do palhaço. No meio do sanduíche (-iche), caiu o primeiro dente! Foi aquela festa (aquele sangue)!
Nesta noite, emocionados pelo momento, eu e papai assumimos orgulhosos o papel da Fada do Dente. Colocamos as moedas de chocolate (orientados pela porquinha rosa) e colocamos uns trocadinhos (a Fada do Dente também sofreu impactos da crise econômica). E adormecemos felizes por termos exercido - com louvor - nosso primeiro momento de Fada do Dente.

Confessionário:
- Até aí, tudo bem, minha filha.
- Espera, Pai. Tem mais. 

No dia seguinte (01 de abril de 2016, às 13:00), a pequena tinha uma consulta agendada com a dentista. Tinha mais um dente mole que não caía por nada, e o seu respectivo permanente apontava com toda pompa e formosura. E assim, nós fomos para o consultório. E a dentista (uma linda e fofa) magicamente retirou o dente teimoso. E a pequena foi para casa com o dentinho na mão, e com o sonho da segunda visita da Fada no coração.
Sabe, Pai. Eu e o papai já tínhamos sido a Fada na noite anterior. Nós dois tivemos semanas cansativas. Nós tínhamos até saído para comemorar as janelinhas. 
E nós a... 
Quero dizer... 
Eu e o papai... 
Nós do... 
Sabe o que é... 
Nós adormecemos! 
Nós dormimos! 
É... 
A verdade é que nós esquecemos da Fada... 
Nós esquecemos do dente!

Confessionário:
- Sim, filha. Realmente, isto é ruim.
- Calma, Pai. Tem mais.
- Tem mais, minha filha?
- Sim! 

Na manhã seguinte (02 de abril de 2016, às 6:00), a pequena acordou e constatou que a Fada do Dente não passou. Ela veio cabisbaixa até o nosso quarto. Ela abriu a nossa porta. Segurando as lágrimas, ela encontrou coragem para dizer em voz alta o que havia acontecido. As palavras dela foram de pesar: "Mamãe, Papai. A Fada do Dente não veio". 
Imediatamente eu e o papai nos olhamos, olhos fitos e arregalados.
Eu pulei da cama e a abracei. O papai pulou da cama e veio em nossa direção.
Sabe, a pequena está moça. E mesmo em meio a tamanha decepção, ela segurou as pontas. Não chorou.
Minha cabeça girava. 
O sentimento de "menas mãe" me consumiu.
Eu precisava agir rápido para não destruir a fantasia. 
Eu disse: "Vamos no seu quarto para ver o que aconteceu."
Levantei o travesseiro, como se procurando por ideias.
Até que eu vi, em cima do criado mudo, o potinho com o dente.
Minha mente viu isso como uma oportunidade para amenizar a situação.
E eu disse: "Ah, filha... Entendi porque ela não veio. A Fada do Dente só pega o dentinho que está embaixo do travesseiro, porque esse é o código secreto. Ela não deve ter entendido se podia pegar o seu dente."
A pequena acreditou.
Silenciosamente, ela se dirigiu à mesinha do computador, pegou um lápis e um papel. 
E escreveu: "Querida Fada do Dente, meu dente estará embaixo do travesseiro."
Desenhou alguns dentes na folha, fez um rococó, dobrou em forma de envelope e colocou a correspondência ao lado da cama.
Na noite seguinte a Fada passou.

Confessionário:
- Sabe, Pai. Eu atrasei a Fada do Dente. E pior, eu tirei o trocado que a Fada tinha dado na noite anterior de dentro do cofrinho, e dei o mesmo trocado de novo. Mas a Fada foi. A fantasia permaneceu. A infância continuou.
- Sabe, filha?
- Sim, Pai.
- Você realmente foi "menas mãe". Mas como diz a Palavra de Tiago, capítulo 5, versículo 16: "Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros para serdes curados. A oração do justo tem grande eficácia.". Você confessou, filha. Vamos orar por você. Vá e não peques mais.
- Obrigada, Pai. Sinto-me aliviada.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

dentes moles

Você se lembra da sensação incrível que era ter um dente mole?
Daquele dente bem mole, balançando para frente e para trás na sua boca?
Daquela primeira evidência real de que você estava deixando para trás a vida de ser pequeno, e de começar a se transformar em um ser grande?
Nossa... eu tenho essa lembrança muito vívida em mim.
Eu quase não me aguentei de tanta alegria.
Era quase um "Toma essa, mundo! Tô grande!".
E eu cresci.
E eu não parei de crescer.
Eu fui com tudo, com toda a intensidade.
Fiz tudo com essa garra: "Agora, toma essa, mundo: já caíram todos os dentes e mais: cresceram todos os permanentes! Rá!". E depois: "Toma essa, porque agora eu sou mocinha. Rá!". E depois: "Toma essa, porque me formei.". E depois: "Já posso votar!"... "Já posso dirigir!"... "Já posso fazer faculdade!"... "Já posso me casar!"... "Já posso ser mãe!"
Espera.
Entre o meu primeiro dente mole e hoje, passaram-se 27 anos.
Mas eu sinto que foi como uma piscada de olhos.
Fechei os olhos com 5 anos, e abri com 32.
E quando eu abri, era a minha filha que estava com o dente mole.
E não estou pronta para vê-la crescer com a mesma obstinação que eu cresci.
Queria ela pequeninha.
Quero ela grande.
Quero ela para sempre.
Entende a contradição?
E mais importante, com ela, eu não quero mais piscar.
Quero estar de olhos bem abertos, pois não quero perder nenhum detalhe.
O tempo é traiçoeiro e deselegante, e como ele não respeitará a minha necessidade de congelar os momentos. Eu quero ser mais esperta que ele.
Para eu poder dizer: Toma essa, tempo! Eu vi e vivi tudo! Rá!
E a pequena puxou a mim.
Ela não tem um dente mole.
Ela tem 4.
Toma essa, mundo!
A minha pequena está crescendo.
Rá!



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

dias iguais

Antes da pequena nascer, eu ansiava pelo final de semana e pelas férias.
Gostava, ou melhor, me encontrava na quebra da rotina, buscava o descanso da semana agitada na manhã preguiçosa do sábado.
A pequena nasceu numa sexta, nós tivemos alta do hospital num domingo. E portanto, minha cabeça que já estava habituada a pensar assim, entendeu que o trabalho de mãe começou oficialmente na segunda. Afinal chegamos em casa com o domingo quase por acabar.
Eis que passou a primeira semana.
Chegou a sexta e meu coração queimava por um descanso, porque mesmo tendo uma rotina agitada (bastante agitada) nunca tinha experimentado um cansaço tão grande.
E a noite da sexta passou.
Amanheceu o sábado e ele foi "igual que nem" os outros dias da semana.
E amanheceu o domingo, e ele repetiu a proeza do sábado.
Achei que era o começo da vida de mãe, que logo passaria.
Não passou.
Voltei a trabalhar, mas escolhi recomeçar aos finais de semana.
Pareceu mais lógico, pois os dias estavam todos iguais, tanto fazia recomeçar na segunda ou no sábado.
E chegaram as primeiras férias.
E surpreendentemente, nada mudou.
A não ser pela briga com o relógio que deu uma trégua.
Cada período de férias escolares trouxeram um desafio novo, uns eram relacionados à apresentar atividades culturais, outros a criar experiências bonitas em casa.
Cada qual com sua beleza e dureza.
E agora, meu desafio novo é conciliar trabalho e férias.
Férias dela, e pseudoférias para mim.
E hoje além das minhas cobranças internas de ser uma boa mãe, existem cobranças externas partindo da pequena: Mamãe, quero ir ao teatro. Ou: Mamãe, quero passear. Ainda: Mamãe, brinca comigo.
E eu em meio a textos científicos, leituras e escritas fico assim como fiquei há cinco anos atrás: com dias iguais.
Pelo menos são dias coloridos, o relógio só me dá bronca a meia noite e só quando ele observa que uma atividade consumiu mais tempo do que o planejado. Não fica no meu pé de hora em hora.
Mas por hora (com o perdão do trocadilho) já está bom.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

hoje é o último dia de aula da pequena

Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ano que vem ela começa o Ensino Fundamental 1, ela vai para o primeiro ano.
Um minuto de silêncio pela mãe que está em luto luta para descobrir como foi que os anos passaram tão rapidamente.
Obrigada.
Ela está curtindo ser grande, apesar de "sentir falta dos carinhos de bebê" - palavras dela mesma, saídas da boca dela, inventadas pela cabeça dela própria.
E eu estou curtindo ela grande, apesar de sentir muita falta daquela pequenininha que conheci há 5 anos atrás.
Ela se recusa a doar os brinquedos de bebê, e eu não vou forçar, eu ainda não consegui me desfazer nem do carrinho de bebê que continua no porta malas do carro.
Entendo-a bem.
Tem gente que me cobra um segundo filho, como se a saudade que eu sinto dela pequenininha fosse passar por ter um outro bebê.
Na minha opinião, a saudade só aumentaria com o tempo, pois seriam dois bebês para "saudadear".

Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ela já sabe ler, já escreve foneticamente, sabe? Tipo escreve o som que ela escuta.
É tão fofo!!!
Ontem ela escreveu KONI (cone), BADEDI (band aid) e MUZIKA (música).
Ela também já faz pequenas adições, e está começando a compreender a subtração.
Ela já sabe se trocar sozinha, escovar os dentes sozinha, comer sozinha, se enxugar sozinha.
Ela já nada, toca piano e está aprendendo a língua inglesa.
Que pessoinha linda ela é.

Hoje é o último dia de aula da pequena.
Ela cresceu, e eu vi isso acontecer todos os dias.
Eu cresci, e eu vi isso acontecer todos os dias, também.
Ela cresceu, eu só não percebi.
Eu cresci, e só percebi agora.


sábado, 21 de novembro de 2015

promessas de fim de ano

Sim, está certo!
Quero aqui fazer uma lista de promessas de fim de ano. Para, quem sabe, conseguir engatá-las no começo de 2016 e não fazer, dessas promessas, ideias bonitas que adormecem no dia primeiro de fevereiro, ou antes até.
A primeira promessa é voltar a ser eu mesma, se é que isso é possível, depois de tantos anos.
A segunda é organizar minhas prioridades, ordenado-as interna e externamente.
A terceira é continuar me mexendo, estou feliz descobrindo atividades físicas sem a pressão de uma academia (que eu acredito ser muito importante, especialmente pelos profissionais que nos auxiliam), mas pelo puro prazer de fazer algo.
A quarta é voltar a escrever com o coração, seja em forma de reflexão, seja em forma de carta, seja a forma que for, preciso voltar a estar em frente ao computador, não somente pela obrigação, mas pelo amor.
E a quinta, e última promessa, é aprender a descansar. Parece papo de auto ajuda, mas quem me conhece sabe que esta é a minha maior dificuldade, não sei fazer isso. Sempre fui admirada por descansar carregando pedras. Sempre ouvi que é isso o que mulheres fazem, que mães fazem. E estou esgotada. O duro é que não sei, ainda não aprendi, como recarregar, descansar, relaxar.
Enfim, metas de final de ano estabelecidas!
E é isso... será que consigo?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

desfraldar - a missão!

Então na quinta passada, a Dona Fessora me recebeu com uma notícia deliciosa: a pequena está pronta para tirar as fraldas! Meu coração foi as alturas de alegria! Minha nossa, mais uma conquista no desenvolvimento da minha delicinha e essa emoção durou algo próximo de três segundos...
Meus instintos maternos começaram a me bombardear de pensamentos desnecessário:
1. Como assim você não tinha percebido?
2. Como assim tão cedo, tinha planejado isso para o final do ano!
3. O quê eu preciso para ajudar a pequena nesse aprendizado?
4. Como eu não li mais a respeito?
5. Como assim eu não tinha percebido? (ops, não percebi que já tinha colocado esse...)
E assim, saindo da escola me dirigi ao shopping mais próximo e começamos a adquirir todos os apetrechos "essenciais" dentre eles 25 calcinhas, um penico, um redutor de acento de vaso sanitário, dois livrinhos de história, ainda falta a boneca que faz xixi... Lógico que ela percebeu minha ansiedade e como toda criança disparou que era pequenininha e que queria a fralda, e o mais legal: só comigo e com o papai, na escola ela está uma belezinha no processo de desfraldar...
De tudo que li sobre isso, em nenhum lugar me disseram o que mais eu precisava ouvir: sua filha cresceu, aceite e curta! E é assim que estamos desde quinta!
Bora aprender a usar o troninho!!!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

dois anos!

Hoje minha pequena está completando 2 aninhos, são duas voltas ao Sol completas! São 731 dias (esse ano foi bissexto, lembra?), são 17.520 horas vivendo ao lado dela! Não existem palavras para dizer o quanto estou feliz! Dizer aqui que ela tem me ensinado muito é chover no molhado. Dizer que a amo, apesar dos momentos difíceis também. Por isso só quero aproveitar para dizer: "FELIZ ANIVERSÁRIO, FILHA! TE AMO..."
E enquanto estou escrevendo, estamos (eu e ela) comendo o melhor papá de mentirinha da minha vida!
O blog também completou dois anos, uma marca que não imaginei que chegaria, justamente pela correria que é ter uma pessoa nova na família. Precisei desse tempo longe daqui, para focar em outras coisas. Estou de volta, não sei se no pique de antes, mas voltei!

domingo, 13 de maio de 2012

feliz dia das mães

Feliz dia das mães, para todas as mamães que passeiam por aqui! Parabéns, para nós, que descobrimos o amor mais precioso na fotinho de um ultrassom, no primeiro olhar, no primeiro toque e no segundo e no terceiro e assim ao infinito.
Quando penso na maternidade, percebo que o bebê não vem para alcançar nossas expectativas, nem para satisfazer nossos sonhos, a realidade é muito diferente da imaginação. E falo isso de coração cheio e feliz! Pois só assim, na dureza da dicotomia é que somos capazes de compreender a beleza, a delicadeza e sagacidade que existe nesta relação.
Por isso, desejo que tenha um feliz dia das mães, mas acima de tudo que você seja uma mamãe feliz!

Com carinho,
Mãe Iniciante (sempre...)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

especial - dia das mães 4

Homenagem de Dia das Mães, sem poeminha declamado, não é homenagem diverdade! Então, vamos lá...

Colo de Mãe
(Antônio Marcos Pires)

Colo de mãe é assim, quentinho, cheiroso, saboroso, aconchegante.
Protege do frio, das incertezas da vida e inspira dias melhores,
Vitoriosos e cheios de dádiva.
Colo de mãe acalma e está presente em todos os dias do ano.
Minutos. Segundos. Instantes.
Colo de mãe é macio, amigo.
Jardim em flores no coração de nossas almas.
Beleza. Pureza. Leveza. Certeza de segurança e fidelidade.
Colo de mãe cativa a alma. Abriga.
E convida para um novo dia!
Colo mãe é mensagem de amor no coração mundo.
Esperança no amanhecer do céu que colore
O universo com as mãos ágeis do Criador.
Colo de mãe é serenidade, carinho, ternura.
Cheiro de café gostoso.
Doce de coco saboroso.
Raio de sol. Pingo de luz.
Colo de mãe é amor que consola.
Vida que ensina. Dia que nasce.
Colo de mãe é pra sempre. Sinal de eternidade.
Guia meus passos.
Orienta meu mundo. Me afasta da solidão.
Defende das tempestades!
Colo de mãe é amor, alimento, ensino, partilha.
Vida que pulsa!
Luz que irradia

quinta-feira, 10 de maio de 2012

especial - dia das mães 3

Que uma foto vale mais que mil palavras, isso todo mundo sabe! Mas será que uma foto, vale mais que mil atividades?

Entre Mamães on Facebook

terça-feira, 8 de maio de 2012

especial - dia das mães

Hoje vamos dar início ao especial Dia das Mães, todo dia vai ter uma mensagem, um vídeo, uma fofurinha para comemorar a data! E vamos começar com bom humor e na moda: para nooooooooooooooossa alegria!


terça-feira, 17 de abril de 2012

papelão

Quem nunca ouviu alguém dizer: "poxa vida, paguei caro no brinquedo e a criança fica brincando com a caixa?", pois eu acho que essa mamãe levou a história ao pé da letra! O tema do aniversário foi: PAPELÃO! Isso mesmo, a decoração, os brinquedos, as lembrancinhas, e tudo o mais que ela teve direito foi tudo criado com papelão! Eu amei...










Via: Baby Boom

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Páscoa...

Quando eu era criança, a turminha da igreja cantava uma musiquinha que dizia "Páscoa, Páscoa o que isso significa para você?", eu não me lembro como ela continua, mas esse pedacinho ficou guardado na memória.
Acho que o momento é propício, certo? Para mim, a Páscoa está longe de ser um feriado triste, porque ainda que seja o momento de relembrar uma trágica morte, é também uma oportunidade de perceber o quanto Um Amor pode fazer. Um AMOR que não mede esforços, que não leva em consideração seu próprio bem estar, para poder dar esperança para pessoas comuns como eu e você.
Não interessa muito em que caminho, ou ainda em que religião estamos, eu não acredito em religião, minha relação de Fé é com Deus, e não com placa de igreja, por isso fico tranquila de te deseja Feliz Páscoa, porque  para mim, Páscoa é esperança levada ao pé da letra!
Então: FELIZ PÁSCOA!!! Aproveite muito esse tempo...

Bjinhos

quinta-feira, 15 de março de 2012

páscoa, já?

Desde o final de janeiro tenho visto ovos de chocolate pelos supermercados a fora, a escola já fez a solicitação do ovo que será doado para as crianças carentes que participam do programa religioso, e a Bela anda agarrada com a "Apula" (vulgo Coelho) pela casa e assim mesmo sem avaliar muito bem, lá estou eu - em meio a tantas coisas - procurando idéias para a Páscoa. O básico é o bom e delicioso chocolate, mas pode ser que o seu ou a sua pequena ainda seja miudinho(a) e ainda não possa se lambuzar com doces, mas nem por isso eles precisam ficar de fora da comemoração. 
Óbvio, dei um pulinho no site da Pottery Barn Kids para ter algumas idéias, e achei coisinhas lindas que quero compartilhar com vocês. A proposta é fazer uma festa, com a entrada da casa bem decorada, mesa super planejada, caça a ovos, e lembrancinhas lindinhas que não são necessariamente chocolates.
Eu, particularmente, gosto muito da Páscoa, acho que tem um significado lindo! E justamente pelo significado, acho que é uma data que deve ser muito celebrada! 









E aí? Gostaram???


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

last minute inspiration: boys

Bom, na escola da pequena não vai ter festinha a fantasia, e por isso minha linda inspiração da Audrey Hepburn, ficará guardadinha com carinho em meu coração, mas se você é mãe de menino e ficou mordida por eu não postar uma idéia para os fofuchos: segue fotinho abaixo.


Repara nesse garoto? Se estivesse perto de mim, ele teria sorte se passasse sem um beijinho na bochecha! Lindo, né? E por fim, hoje quero agradecer cada visitinha, cada comentário, cada expressão de carinho que tenho recebido! E já aproveitar para te desejar um excelente feriadão! Curta bastante com seus pequenos, com sua família, com seus amigos, descanse bastante! Nós por aqui estaremos muito na correria (aliás, já estamos), mas depois explico melhor...

Beijinhos,
Mãe Iniciante

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Audrey Hepburn

Meados de fevereiro chegando e muitas escolas costumam fazer uma festinha a fantasia para brincar com as crianças, mas como fugir do óbvio? São sempre as mesmas fantasias: super heroínas e princesas.
E aí... surge do nada, uma idéia linda na Etsy, inspirada na Audrey Hepburn, uma atriz sensacional, premiada e elegantérrima, a roupitcha é uma releitura do figurino clássico que ela usou no filme Breakfast at Tiffany's, agora pensa numa pessoa fofa! É esse o resultado, olha a coisa mais linda que ficou!
Eu ainda não sei se lá no colégio da Pequena vai ter festinha a fantasia, mas se for... acha que não vou usar essa idéia? O duro vai ser explicar para ela quem é a Audrey Hepburn... ;)






Créditos: AtutudesBebê com Estilo

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

e foram felizes para sempre...

Quem não quer um final feliz? O mundo pode dar quantas voltas for possível, mas lá no fundo sempre existe a esperança de que fique tudo bem no final! Não é, mesmo?!
Quando a gente começa a planejar um momento especial, seja aniversário, seja casamento, seja chá de bebê, seja qualquer outra coisa, a intenção sempre é que tudo dê certo. Há pouco mais de um mês estava conversando com uma amiga e ela me disse que a ansiedade para o aniversário do pequenininho era maior do que a que ela sentiu no casamento... Concordo! 
E que tal ser essa a inspiração para o tema do evento? A Pauline do The Party Studio, apresentou essa festinha que uniu muitos contos de fadas: João e o pé de feijão, A princesa e a ervilha, João e Maria e criou uma nova inspiração! Muita criatividade, atenção aos detalhes e a personalização e tudo ficou lindo!
Cada vez mais me converso de que a gente que teve festa em casa era mais feliz! Ando meio saudosista, e acho que é por isso que esse tema me deixou tão de boca aberta...
Lindo demais!